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O Governo de Moçambique fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação

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O Governo de Moçambique fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação O Governo de Moçambique iniciou uma operação nacional de fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação, sobretudo na cidade de Maputo. A acção, segundo informações avançadas pela Lusa, envolve a verificação dos níveis de combustível nos tanques dos revendedores e a análise detalhada dos relatórios de vendas, com o objectivo de identificar possíveis falhas ao longo da cadeia de distribuição. A directora da Direcção Nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis, Felisbela Cunhete, explicou que a prioridade do Executivo é perceber por que motivo o combustível disponível não está a chegar de forma regular aos consumidores finais. “Queremos perceber o que está a acontecer na cadeia de distribuição de combustíveis. Estamos a veri...

MUCHANGA Recusa ACORDO COM A RENAMO E EXIGE JULGAMENTO




ANTÓNIO MUCHANGA Recusa  ACORDO COM A RENAMO E EXIGE JULGAMENTO


António Muchanga recusou formalmente a proposta da Renamo para um entendimento amigável que visava o abandono da acção judicial que interpôs contra o partido.

O político, que contesta em tribunal a sua suspensão, afirma que não existem condições morais para recuar, sublinhando que pretende levar o caso até ao fim para que a decisão sirva de exemplo sobre o funcionamento democrático dentro das organizações políticas.

O advogado de Muchanga explicou à imprensa que a Renamo tentou junto do tribunal cancelar o processo e tentar resolver o diferendo fora das salas de audiência. Contudo, a proposta foi rejeitada por falta de confiança.

Muchanga aproveitou a ocasião para lançar duras críticas à gestão de Ossufo Momade, afirmando que o actual presidente, Ossufo Momade, “não é o partido”. O político destacou a existência de vários membros descontentes com o rumo da organização e defendeu que o líder da Perdiz, deveria abdicar do cargo.

Com este posicionamento, o braço-de-ferro jurídico entre Muchanga e a liderança da Renamo promete continuar a agitar os bastidores políticos, numa altura em que a coesão interna do maior partido da oposição continua a ser colocada à prova.

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