Moçambique e Banco Mundial Assinam Novos Acordos Avaliados em Mais de 450 Milhões de Dólares para Reforçar Sectores Estratégicos

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  Moçambique e Banco Mundial Assinam Novos Acordos Avaliados em Mais de 450 Milhões de Dólares para Reforçar Sectores Estratégicos Financiamento visa fortalecer a protecção social, agricultura, educação, recursos hídricos e saneamento num contexto marcado por desafios económicos e climáticos Maputo – O Governo de Moçambique e o Banco Mundial assinaram cinco novos acordos de financiamento avaliados em mais de 450 milhões de dólares norte-americanos, num esforço conjunto destinado a reforçar sectores estratégicos da economia nacional e aumentar a capacidade de resposta do país perante os desafios sociais, económicos e ambientais que afectam milhões de cidadãos. Os acordos foram formalizados durante a participação do Presidente da República, Daniel Chapo, em encontros de alto nível realizados em Washington D.C., Estados Unidos da América, à margem de um fórum promovido pelo Banco Mundial, onde líderes governamentais, parceiros de desenvolvimento e instituições financeiras internaciona...

EX-GUERRILHEIROS DA RENAMO E 27 MANIFESTANTES ENTREGAM ARMAS E REGRESSAM AO CONVÍVIO SOCIAL


 EX-GUERRILHEIROS DA RENAMO E 27 MANIFESTANTES ENTREGAM ARMAS E REGRESSAM AO CONVÍVIO SOCIAL 


Quarenta e três ex-guerrilheiros da Renamo e vinte e sete cidadãos que participaram activamente nas recentes manifestações pós-eleitorais abandonaram as matas para regressar ao convívio social.  


O grupo, composto por 70 elementos, foi apresentado publicamente esta sexta-feira pelo Governador da província de Tete, Domingos Viola, numa cerimónia realizada em Capirinzange, no distrito de Moatize, província de Tete.  


A recepção destes cidadãos decorreu sob uma missão específica incumbida pelo Chefe de Estado, Daniel Chapo, visando consolidar a paz e a unidade nacional através do diálogo e da reintegração. 


Do conjunto apresentado, os 43 ex-guerrilheiros pertenciam à ala de Mariano Nyongo e permaneciam nas matas devido a divergências profundas com a liderança de Ossufo Momade, apontando falhas na gestão partidária e o não cumprimento de promessas internas. Já os restantes 27 elementos são cidadãos que, após o envolvimento nos protestos pós-eleitorais, procuraram refúgio junto dos antigos combatentes por receio de perseguições.  


Este acto simbólico de entrega de armas marca o encerramento de um capítulo de incerteza, permitindo que estes moçambicanos olhem agora para o futuro com esperança e reconciliação, integrando-se plenamente na vida civil e produtiva das suas comunidades.

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