O Governo de Moçambique fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação

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O Governo de Moçambique fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação O Governo de Moçambique iniciou uma operação nacional de fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação, sobretudo na cidade de Maputo. A acção, segundo informações avançadas pela Lusa, envolve a verificação dos níveis de combustível nos tanques dos revendedores e a análise detalhada dos relatórios de vendas, com o objectivo de identificar possíveis falhas ao longo da cadeia de distribuição. A directora da Direcção Nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis, Felisbela Cunhete, explicou que a prioridade do Executivo é perceber por que motivo o combustível disponível não está a chegar de forma regular aos consumidores finais. “Queremos perceber o que está a acontecer na cadeia de distribuição de combustíveis. Estamos a veri...

EX-GUERRILHEIROS DA RENAMO E 27 MANIFESTANTES ENTREGAM ARMAS E REGRESSAM AO CONVÍVIO SOCIAL


 EX-GUERRILHEIROS DA RENAMO E 27 MANIFESTANTES ENTREGAM ARMAS E REGRESSAM AO CONVÍVIO SOCIAL 


Quarenta e três ex-guerrilheiros da Renamo e vinte e sete cidadãos que participaram activamente nas recentes manifestações pós-eleitorais abandonaram as matas para regressar ao convívio social.  


O grupo, composto por 70 elementos, foi apresentado publicamente esta sexta-feira pelo Governador da província de Tete, Domingos Viola, numa cerimónia realizada em Capirinzange, no distrito de Moatize, província de Tete.  


A recepção destes cidadãos decorreu sob uma missão específica incumbida pelo Chefe de Estado, Daniel Chapo, visando consolidar a paz e a unidade nacional através do diálogo e da reintegração. 


Do conjunto apresentado, os 43 ex-guerrilheiros pertenciam à ala de Mariano Nyongo e permaneciam nas matas devido a divergências profundas com a liderança de Ossufo Momade, apontando falhas na gestão partidária e o não cumprimento de promessas internas. Já os restantes 27 elementos são cidadãos que, após o envolvimento nos protestos pós-eleitorais, procuraram refúgio junto dos antigos combatentes por receio de perseguições.  


Este acto simbólico de entrega de armas marca o encerramento de um capítulo de incerteza, permitindo que estes moçambicanos olhem agora para o futuro com esperança e reconciliação, integrando-se plenamente na vida civil e produtiva das suas comunidades.

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