Moçambique e Banco Mundial Assinam Novos Acordos Avaliados em Mais de 450 Milhões de Dólares para Reforçar Sectores Estratégicos

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  Moçambique e Banco Mundial Assinam Novos Acordos Avaliados em Mais de 450 Milhões de Dólares para Reforçar Sectores Estratégicos Financiamento visa fortalecer a protecção social, agricultura, educação, recursos hídricos e saneamento num contexto marcado por desafios económicos e climáticos Maputo – O Governo de Moçambique e o Banco Mundial assinaram cinco novos acordos de financiamento avaliados em mais de 450 milhões de dólares norte-americanos, num esforço conjunto destinado a reforçar sectores estratégicos da economia nacional e aumentar a capacidade de resposta do país perante os desafios sociais, económicos e ambientais que afectam milhões de cidadãos. Os acordos foram formalizados durante a participação do Presidente da República, Daniel Chapo, em encontros de alto nível realizados em Washington D.C., Estados Unidos da América, à margem de um fórum promovido pelo Banco Mundial, onde líderes governamentais, parceiros de desenvolvimento e instituições financeiras internaciona...

EMPRESÁRIO ABDUL GAFAR EXTRADITADO DE PORTUGAL PARA RESPONDER POR CRIMES FINANCEIROS EM MOÇAMBIQUE





EMPRESÁRIO ABDUL GAFAR EXTRADITADO DE PORTUGAL PARA RESPONDER POR CRIMES FINANCEIROS EM MOÇAMBIQUE

 O empresário Abdul Gafar Gulamo, detido em território português por diversos crimes, foi extraditado para Moçambique esta quarta-feira. À sua chegada ao Aeroporto Internacional de Maputo, o arguido foi recebido por um forte aparato policial, que assegurou a sua escolta directa para as instâncias competentes.


Segundo apurado pela Miramar, Gulamo é o principal rosto de uma investigação que aponta para a transferência ilícita de cerca de 140 milhões de dólares entre os anos de 2019 e 2022. De acordo com o processo, o esquema envolvia a criação de pelo menos oito empresas de fachada, que nunca exerceram actividade real, servindo exclusivamente como veículos para a lavagem de dinheiro.


As investigações indicam que o empresário operava com a conivência de diversos actores, incluindo agentes bancários, alfandegários e fiscais. O esquema de branqueamento de capitais, visava ocultar a origem dos fundos e contornar os mecanismos de controlo financeiro do Estado para posterior transferência bancária internacional.


Após a entrega às autoridades moçambicanas, espera-se que o acusado seja apresentado ao juiz de instrução criminal já nesta quinta-feira, para o primeiro interrogatório judicial.

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