O Governo de Moçambique fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação

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O Governo de Moçambique fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação O Governo de Moçambique iniciou uma operação nacional de fiscalização aos postos de abastecimento, após registo de escassez de combustíveis que tem provocado longas filas e constrangimentos à circulação, sobretudo na cidade de Maputo. A acção, segundo informações avançadas pela Lusa, envolve a verificação dos níveis de combustível nos tanques dos revendedores e a análise detalhada dos relatórios de vendas, com o objectivo de identificar possíveis falhas ao longo da cadeia de distribuição. A directora da Direcção Nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis, Felisbela Cunhete, explicou que a prioridade do Executivo é perceber por que motivo o combustível disponível não está a chegar de forma regular aos consumidores finais. “Queremos perceber o que está a acontecer na cadeia de distribuição de combustíveis. Estamos a veri...

EMPRESÁRIO ABDUL GAFAR EXTRADITADO DE PORTUGAL PARA RESPONDER POR CRIMES FINANCEIROS EM MOÇAMBIQUE





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 O empresário Abdul Gafar Gulamo, detido em território português por diversos crimes, foi extraditado para Moçambique esta quarta-feira. À sua chegada ao Aeroporto Internacional de Maputo, o arguido foi recebido por um forte aparato policial, que assegurou a sua escolta directa para as instâncias competentes.


Segundo apurado pela Miramar, Gulamo é o principal rosto de uma investigação que aponta para a transferência ilícita de cerca de 140 milhões de dólares entre os anos de 2019 e 2022. De acordo com o processo, o esquema envolvia a criação de pelo menos oito empresas de fachada, que nunca exerceram actividade real, servindo exclusivamente como veículos para a lavagem de dinheiro.


As investigações indicam que o empresário operava com a conivência de diversos actores, incluindo agentes bancários, alfandegários e fiscais. O esquema de branqueamento de capitais, visava ocultar a origem dos fundos e contornar os mecanismos de controlo financeiro do Estado para posterior transferência bancária internacional.


Após a entrega às autoridades moçambicanas, espera-se que o acusado seja apresentado ao juiz de instrução criminal já nesta quinta-feira, para o primeiro interrogatório judicial.

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