Moçambique e Banco Mundial Assinam Novos Acordos Avaliados em Mais de 450 Milhões de Dólares para Reforçar Sectores Estratégicos

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  Moçambique e Banco Mundial Assinam Novos Acordos Avaliados em Mais de 450 Milhões de Dólares para Reforçar Sectores Estratégicos Financiamento visa fortalecer a protecção social, agricultura, educação, recursos hídricos e saneamento num contexto marcado por desafios económicos e climáticos Maputo – O Governo de Moçambique e o Banco Mundial assinaram cinco novos acordos de financiamento avaliados em mais de 450 milhões de dólares norte-americanos, num esforço conjunto destinado a reforçar sectores estratégicos da economia nacional e aumentar a capacidade de resposta do país perante os desafios sociais, económicos e ambientais que afectam milhões de cidadãos. Os acordos foram formalizados durante a participação do Presidente da República, Daniel Chapo, em encontros de alto nível realizados em Washington D.C., Estados Unidos da América, à margem de um fórum promovido pelo Banco Mundial, onde líderes governamentais, parceiros de desenvolvimento e instituições financeiras internaciona...

Zelensky admite aceitar perda de territórios já controlados pela Rússia para alcançar paz, mas impõe condições

 


O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, admite aceitar a perda de territórios atualmente sob controlo russo como parte de um acordo para terminar a guerra, mas recusa qualquer proposta que envolva a cedência de áreas que Moscovo ainda não domina. A informação foi avançada pelo jornal britânico The Telegraph, que cita fontes de governos ocidentais.


Segundo estas fontes, Zelensky comunicou a vários líderes europeus que Kiev não está disposta a entregar à Rússia qualquer território que ainda esteja sob controlo ucraniano. O chefe de Estado terá também pedido aos seus homólogos que rejeitem essa possibilidade caso surja numa proposta de cessar-fogo elaborada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.


Atualmente, as forças russas controlam a totalidade da região de Lugansk, parte de Donetsk, no Donbass, bem como zonas das regiões de Zaporíjia e Kherson. A Crimeia foi anexada por Moscovo em 2014, num movimento que Kiev e a comunidade internacional, na sua maioria, continuam a considerar ilegal.


De acordo com o The Telegraph, o posicionamento ucraniano foi definido antes da reunião marcada para esta sexta-feira entre representantes dos Estados Unidos e da Rússia, no Alasca, que terá como objetivo central discutir um eventual acordo para pôr fim ao conflito.


O plano de cessar-fogo que, segundo o jornal britânico, conta com apoio do Kremlin, incluiria a retirada das forças ucranianas das zonas que ainda controlam nas regiões de Donetsk e Lugansk. Esta proposta surge num contexto em que Moscovo mantém exigências amplas para encerrar a guerra.


Um estudo do Instituto para o Estudo da Guerra (Institute for the Study of War), sediado em Washington e citado pelo The Telegraph, conclui que as forças russas continuam a ter como objetivos estratégicos impedir a adesão da Ucrânia à NATO, promover a desmilitarização do país e, eventualmente, substituir o governo de Zelensky por um Executivo pró-russo.


Por sua vez, Zelensky reafirma que só aceitará um acordo de paz que garanta condições de segurança sólidas para o seu país. Entre essas condições, inclui-se a manutenção da “porta aberta” para a adesão à NATO e a continuação do envio de armamento por parte de aliados ocidentais, permitindo à Ucrânia manter a capacidade de defesa contra Moscovo.

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